Entre tantas aberrações destaca-se a proibição de pais darem
broncas (castigos morais) ou quando necessário, pequenas palmadas
(castigos físicos), podendo levar os mesmos ao afastamento do lar.
A interferência do estado depois de tentar colocar negros contra
brancos, civis contra militares, pobres contra ricos, homossexuais
contra heterossexuais, agora foca na desunião direta da família, pilar
de uma sociedade sadia, colocando filhos contra pais (claro, que quando
pequenos não entendemos o motivo de certas atitudes de nossos
patriarcas que sempre só quiseram nosso bem).
Os defensores
da matéria alegam em sua tese, que são contra castigos físicos
exagerados, contudo, essa tipificação criminosa já está em lei há
tempos.
Para ganhar simpatia da população, o projeto que ainda
nem fora sancionado já ganhou forçosamente o nome de "Lei Menino
Bernardo", o que nada tem a ver com a discussão do assunto.
Linhas de raciocínio boçais e a princípio simpáticas têm tomado conta de
nosso país. Um dia desses um parlamentar do PSOL disse: "Temos que
democratizar a democracia". Está na moda dar palavras bonitas a
acontecimentos esdrúxulos para ganhar simpatia e facilitar a aprovação
de projetos que interessam ao plano de poder petista.
Bolsonaro
por dois anos conseguiu travar a tramitação do "Projeto de Lei das
Palmadas" (manobra regimental), entretanto mais uma vez a derrota
existiu, mas não por completo.
Temos que tirar de lição, não
somente utilizar o voto útil na escolha da Presidência da República, mas
também na eleição de deputados federais e senadores, pois quando o PT,
PSOL e PCdoB obtiverem a maioria dentro daquelas Casas Legislativas mais
força terão para empurrar goela abaixo as propostas que visam sua
perpetuação no poder, como; aumento de impostos para bancar seus
programas assistencialistas, taxação de grandes fortunas (um governo que
quer nivelar todos por baixo, imagine o que será considerado "grande
fortuna"), controle total de todos os meios de comunicação, mais
segregação entre classes, etc).
Brasileiros, não desistamos,
pois se o poder continuar nas mãos destes que estão ai hoje, teremos a
certeza que deixaremos para nossos filhos (nossa razão de viver) um país
sem perspectiva alguma de colher bons frutos.

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